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Dividido em duas partes, presta homenagem a Sophia de Mello Breyner Andresen e a José Mário Branco, artistas fundamentais no que concerne à luta pela liberdade e ao amor pela arte e pela vida

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Cru, intenso e profundamente actual, este romance expõe as fracturas de uma sociedade em tensão: da violência à cultura de cancelamento, do descrédito nas instituições à procura desesperada por redenção.
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A Comissão Fúnebre da Receita do Ex-Namorado
Enquanto geria o café da livraria onde trabalhava, Saki Kawashiro inventou para o menu uma receita chamada «O Caril de Frango com Manteiga Preferido do Meu Ex-Namorado»
Ver livro →Autores internacionais
Saki Kawashiro nasceu em Tóquio, no Japão. Leitora ávida, após concluir a faculdade, trabalhou como livreira em Fukuoka, no sul do Japão. Enquanto gerenciava o café da livraria, ela criou uma receita para o cardápio — "O Curry de Frango na Manteiga Favorito do Meu Ex-Namorado" — acompanhada de um breve texto sobre o término do relacionamento, o que acabou viralizando. O autor Toshikazu Kawaguchi (*Antes que o Café Esfrie*) visitou a livraria, e sua editora incentivou Saki a escrever um romance sobre suas aventuras, tornando-se também a editora de Saki. O resultado é *The Ex-Boyfriend’s Favorite Recipe Funeral Committee*, o primeiro romance de Saki.Ver página do autor →
Autores de Portugal
Formada em Ciências da Comunicação, foi guionista, jornalista e assistente editorial.
Orienta oficinas de Escrita Criativa para crianças, adolescentes, adultos e famílias, em escolas, bibliotecas, livrarias e outros equipamentos culturais.
É formadora residente da Escola Escrever Escrever, na área do Livro Infantil e da Escrita para Crianças.
Artista MUS-E, um programa da Associação Menuhin Portugal, trabalha em escolas do 1º ciclo com crianças em contextos carenciados e multiculturais.
Escreveu O Homem Que ía contra as Portas, ilustrado por Richard Câmara, Porque Chora o Rei?, em co-autoria com Pedro da Silva Martins, ilustrado por João Fazenda, e Quando vou dormir, o mundo para, com ilustrações de Rachel Caiano, e que conta com o selo do PNL (Plano Nacional de Leitura). Pelo caminho, conta histórias e já narrou contos ao vivo, com grupos de música e orquestras.
Em plena Pandemia deu Voz a um tema musical de Pedro da Silva Martins e que pode escutar neste youtube
Pedro Albuquerque (Aveiro, 1992) revelou, desde cedo, apetência para as artes. Começando pela pintura, sentiu pouco depois a urgência de se comunicar por escrito. O seu amor pela Literatura chegou antes mesmo de aprender a escrever, pedindo à família para que pusesse em papel aquilo que lhe vinha na alma. Com a entrada na escola, descobriu o verso e a declamação. Mais tarde, no secundário, criou um blogue mantendo-se ligado a outras formas de escrita. Mestre em Engenharia e Design de Produto pela Universidade de Aveiro, trabalhou vários anos na área até se virar para dentro e não mais largar os livros. Lançou “ExTratos Dramáticos” em 2022 e “Contos Manhosos e Outras Histórias” em 2025. Atualmente, encontra-se publicado em oito países.
A pandemia de 2020 foi a desculpa (im)perfeita para se focar inteiramente na escrita e em 2022 lançou ExTratos Dramáticos com prefácio de Pedro Branco e homenagens a Sophia de Mello Breyner, José Mário Branco e Caetano Veloso. O compêndio de poesia e prosas poéticas, que havia escrito quase dez anos antes, foi nomeado para “Livro de Poesia do Ano” – Prémio Cordel d’Prata, foi (parcialmente) adaptado a Banda-Desenhada e deu o mote para que iniciasse uma longa digressão nacional que contou com a participação de poetas, críticos literários e músicos como: O Marta, Pedro Branco, Paco Nabarro, Rita Marreiros, Cristina Marques ou Fábio Borges.
Desde então, tem participado em Feiras do Livro e Festivais Literários, sido declamado em locais como o Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra) ou a Associação Cultural Macaréu (Porto) e lido a sua poesia em vários espetáculos e encontros literários. É de destacar a Purga (Lisboa), a convite de Nerve, o Romp Coletivo (Porto), organizado pelo Associação Musas, ou as Raias Poéticas (Famalicão), a cargo de Luís Serguilha. Tem, igualmente, dado palestras e workshops em escolas secundárias e universidades. É exemplo o congresso internacional “A infância seus espectros e espetadores – a aventura dos pequenos nas cartilhas da Literatura”, para alunos de letras da Universidade Federal de Paraíba (Brasil), e a “Oficina de Poesia a partir da tradição oral africana” com Zetho Cunha Gonçalves na Escola Secundária José Estêvão (Aveiro).
Destacam-se ainda os dois prémios de poesia de São João da Madeira – “Poesia na Corda” em 2023 e 2025, o encerramento do “Jornal 2” da RTP (Portugal), a extensa reportagem para a Camões TV e para o Jornal Millenium Stadium (Canadá), a presença no programa “Histórias que devem ser contadas” da Record TV (Brasil), a entrevista para ”El Trapezio” (Espanha), múltiplas conversas em rádio e podcasts e as várias intervenções em eventos internacionais, nomeadamente a presença, enquanto representante dos poetas de Língua Portuguesa, no lançamento da “6ª Colectânea de Poesia Lusófona” no Consolado-Geral de Portugal em Paris (França).
A par com os livros, publicou em antologias, jornais e revistas nacionais como a “Folhas, Letras & Outros Ofícios” e internacionais como a “Revista Sucuru” (Brasil), a “Revista Innombrable” (México), a “Revista Espejo de Agua” (Chile), a “Revista Kopek” (Espanha) ou a “Revista Voices” (Colômbia) – onde foi homenageado. Foi também curador da coluna “POEMA-PONTE” da “Revista Geração de 20” (Bahía, Brasil), na qual publicou dezenas poetas luso-brasileiros emergentes, tornando-se em 2024 cronista na Comunidade Cultura e Arte e no jornal O Cidadão.
Em 2025 lançou Contos Manhosos e Outras Histórias (Kotter Editorial – Portugal / Brasil) prefaciado por Bonga Kwenda, com homenagens a Mia Couto e Elza Soares, retomando as apresentações ao lado de Bonga, Marcos Pamplona, Elisa Scarpa, Lara Guimarães, Claiana, Carlos Muluba, entre outros.
Ver página do autor →RICARDO FRANCO estudou Filosofia e Ensino da Filosofia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e Cinema —, com especialização em Dramaturgia e Realização —, na Escola Superior de Teatro e Cinema, na FCSH e na RESTART Creative Education. Formou-se ainda em Teatro, na Academia INATEL e no Teatro de Carnide. Foi bolseiro da Fundação para a Ciência e a Tecnologia em Iniciação à Investigação no Instituto de Filosofia da Universidade Nova de Lisboa. Desenvolve projectos independentes de cinema desde 2015, com várias obras realizadas até à actualidade. É professor de Filosofia no ensino secundário desde 2010, tendo também leccionado Filosofia para Crianças entre 2017 e 2023. Paralelamente, encenou diversas peças de teatro, afirmando um percurso marcado pela intersecção entre pensamento, escrita e criação artística
Ver página do autor →Autores de Ovar
Carlos Nuno Granja nasceu em Ovar, em 1975.
Começou a escrever poemas aos 9 anos e aos 11 anos recebeu uma máquina de escrever.
É professor do 1.°ciclo há 25 anos. Exercendo há cinco anos as funções de Professor Bibliotecário.
Depois de fazer a Licenciatura para a docência no Ensino Básico, variante de Português e Inglês, na Escola Superior de Educação de Viseu, regressou aos estudos, 20 anos mais tarde, para frequentar o Mestrado em Estudos Clássicos na Faculdade de Letras de Coimbra.
Fez uma Pós Graduação em Leitura, Aprendizagem e Integração das Bibliotecas nas Atividades Educativas na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.
Tem o Mestrado em Educação e Formação- ramo de Administração e Políticas Educativas pela Universidade de Aveiro.
É formador certificado pelo Conselho Científico-Pedagógico de Formação Contínua na área das bibliotecas, da literatura e do português.
É programador do Festival Literário de Ovar e organiza outros eventos literários e culturais.
Maria Elisabete Oliveira Gomes de Pinho nasceu a 28 de abril de 1975, em Ovar, cidade onde ainda hoje reside.
É jurista de profissão, atualmente frontoffice na Ovargado, autora nas horas vagas e sonhadora a tempo inteiro.
Participou em algumas coletâneas e antologias de poesia.
Em 2018 auto editou o seu primeiro romance “Se houver uma próxima vez”, ao qual se seguiu “A Ampulheta”. Com o poema “Escrito a dois” alcança o segundo lugar do XXI Concurso Literário Dr. João Isabel, em 2019.
Vencedora do 1.º concurso de ficção literária Cordel d`Prata, intitulado “Depois do Fim” e ainda de um troféu na categoria de melhor romance em 2021.
Em 2023 editou O Pêndulo que venceu o troféu melhor obra do ano pela Cordel d ‘ prata em 2024